domingo, fevereiro 22, 2009

jnnf, ano XLIII, nº 392 (Fevereiro 2009)

Página 1 (versão papel)

EDITORIAL

MENSAGEM DE QUARESMA DO BISPO DE AVEIRO

Uma Igreja renovada na fidelidade e no amor

"Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam convosco” (Fil 1, 2).
Com esta saudação de S. Paulo aos cristãos de Filipos, quero saudar-vos também, amados diocesanos, e fazer-vos chegar a minha mensagem quaresmal, tendo presente a mensagem que o Santo Padre enviou a toda a Igreja. De facto, a Quaresma pretende criar condições para que Deus, por meio do Espírito Santo, forme em nós o Homem Novo, Jesus Cristo e a Igreja possa renovar-se na fidelidade e no amor.

É a Páscoa de Jesus que estamos chamados a viver, a nobreza dos seus sentimentos, a audácia dos seus gestos, a entrega corajosa da sua paixão, a alegria jubilosa da sua ressurreição.
A Quaresma surge como um tempo especial para contemplarmos o modelo de vida que Jesus nos comunica e prepararmo-nos para a celebração da sua Páscoa em nós e nas nossas comunidades familiares e cristãs. Constitui uma oportunidade privilegiada para intensificarmos a renovação da Igreja diocesana a fim de ser no mundo farol de esperança para todos e servir com desvelo os mais pobres.

A Igreja, na sua experiência secular, conserva uma rica tradição de práticas penitenciais, designadamente a oração, a esmola e o jejum. As três estão tão unidas que o Santo Padre Bento XVI pode afirmar com palavras de São Pedro Crisólogo: “O jejum é a alma da oração e a misericórdia é a vida do jejum. Portanto quem reza jejue; quem jejua tenha misericórdia. Quem, ao pedir, deseja ser atendido, atenda quem a ele se dirige. Quem quer encontrar aberto, em seu benefício, o coração de Deus, não feche o seu próprio coração a quem lhe suplica”. E das três, o Santo Padre escolhe o jejum como núcleo da sua mensagem quaresmal.

Também eu quero propor-vos, amados diocesanos, a redescoberta do valor desta prática tradicional que nos abre à fome de Deus e, hoje, revela grande actualidade em virtude das precárias condições sociais e económicas que muitas pessoas e a própria sociedade vivem.
O jejum, enquanto prática cristã, faz parte da nossa relação com Deus que cria em nós a disposição de nos abrirmos à graça da renovação, deixando tudo o que nos impede de sermos homens novos com os sentimentos de Jesus Cristo. A privação voluntária de bens e a educação para a sobriedade pretendem libertar o coração para acolher este dom e corresponder-lhe tanto individual como comunitariamente.

Quando bem vivido, o jejum ajuda a criar a unidade interior em cada um de nós, a auto-dominar-nos face a tudo o que nos pode desviar da nossa vocação cristã e a crescer na intimidade com o Senhor. Evita a dispersão e faz-nos mais pessoas. O jejum solidário expressa uma dimensão da comunhão dos santos, pois a privação voluntária e livre redunda em benefício de quem está em necessidade ou defende causas justas.

A partilha quaresmal, fruto também deste jejum solidário, será destinada em partes iguais a dois projectos de grande alcance: a construção da Casa Sacerdotal do nosso clero e a ajuda para com a Igreja irmã de Benguela que desde há vários anos partilha com Aveiro o dom dos seus sacerdotes, encontrando-se neste momento na nossa Diocese dois sacerdotes do seu presbitério. Sejamos generosos, dentro das nossas possibilidades.

Amados diocesanos, o jejum pode ajudar cada um de nós a fazer dom total de si a Deus, lembra Bento XVI, recordando uma expressiva afirmação de João Paulo II (cf. “O Esplendor da Verdade”, 21). Convido as comunidades paroquiais, os movimentos apostólicos e as instituições sócio-caritativas da Diocese a um olhar novo, com acrescida generosidade e permanente atenção, para com os mais pobres e para com aqueles que se sentem mais atingidos pelas dificuldades nascidas da presente situação económica, financeira e social.

A hora de crise que vivemos deve encontrar na Igreja e nos cristãos novas e criativas respostas de generosidade e de esperança que repartam o pão com os que têm fome e encham o nosso coração de vida. Que o medo não nos vença e que o desânimo não se sobreponha à audácia da caridade.

Façamos tudo quanto depender de nós para que as pessoas e as famílias possam descobrir na Igreja as razões maiores da sua esperança, que as ajudem a crescer em humanidade e a dar-se com alegria.

São múltiplas já as iniciativas das comunidades cristãs e da Igreja diocesana que revelam, em gestos de caridade e sinais de generosidade, o amor que Deus tem pelo seu povo e por cada um de nós.

Vamos aproveitar a Quaresma para fazermos a indispensável caminhada de renovação pessoal e comunitária que nos proporciona um encontro feliz com o Senhor ressuscitado e faz da Páscoa uma festa que não termina.

Aveiro, 15 de Fevereiro de 2009

+António Francisco dos Santos


FESTA DA PALAVRA, EM NARIZ

Na celebração eucarística do V Domingo do Tempo Comum, dia 8 de Fevereiro, onze catequizandos do 4º. Ano de Catequese receberam publicamente a Palavra de Deus e foram convidados a acolhê-la no seu coração. Estas crianças receberam a Bíblia das mãos do padre José Augusto e oferecida pelos seus pais e padrinhos. O padre José alertou-as, bem como os pais, para a importância da leitura da Bíblia, pois é nela que reside e se alimenta a fé. Na verdade, Mateus diz que: “nem só de pão vive o Homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus”.

No final, na Acção de Graças, uma mãe, em nome de todos os pais pediu a Deus, para que ajudasse os pais destas crianças a serem testemunho vivo e fértil da Palavra de Deus.

“Tu, ó Pai, que pela Tua Palavra, vens carinhosamente ao encontro dos Teus filhos, para conversar com eles: Dai-nos a alegria de sermos terra fértil! Que a tua Palavra, sempre fresca e abundante, como a água da chuva, actue em nós, segundo a riqueza do seu poder!

Dai-nos, ó Pai, como guia e Mestre, o mesmo espírito Santo, que falou pelos profetas e inspirou os autores sagrados a escrever a Bíblia. Para que deste modo, possamos conhecer verdadeiramente o Teu Filho, o Verbo que se fez carne, e que é Deus contigo, na unidade do espírito Santo! Ámen.”

Os catequistas, Andrea Martins e Bruno Morgado


NOSSA SENHORA DE FÁTIMA JÁ TEM “OLEÃO”

A Brigada da Saúde e do Ambiente em acção.

A Brigada da Saúde e do Ambiente é um grupo ambientalista, que está ligado à Associação Proeducare, que tem carácter educativo e formativo.

O grupo, tem três grandes objectivos a atingir:

1.º Defender e melhorar a Saúde;

2.º Defender e melhorar o Ambiente;

3.º Defender a Solidariedade, a entre ajuda, o respeito e o bem estar de todas as pessoas.

Para isso, vai levar a cabo no Concelho de Aveiro, uma série de actividades.

Começámos pela Freguesia de Nossa Senhora de Fátima. No sábado, dia 31 de Janeiro do ano em curso, pelas 15h e 30 minutos, no Polivalente da Junta de Freguesia, a Brigada da Saúde e do Ambiente, acompanhada pelo grupo “Os Amigos dos 5 R’s”, que cantaram a canção “Ambiente”, mostraram à população todo o trabalho já realizado e sensibilizaram-na para a protecção do ambiente.

Foi entregue um “Oleão”, à Junta de Freguesia para a recolha dos óleos alimentares já usados e vários “Pastilhões”, para a recolha de pastilhas elásticas. Foram distribuídos também panfletos de divulgação que alertam para alguns problemas ambientais.

Há uma equipa em Nossa Senhora de Fátima, que vai continuar a desenvolver o Projecto e que precisa de sugestões, para ir ao encontro das necessidades ambientais da população.

Esta equipa já tem 5 elementos a saber: João Gabriel Mota, Afonso Pires, Francisco Monteiro, Mercedes Mota e Vitor Mota, que estão disponíveis para ajudarem a população de Nossa Senhora de Fátima, a lutar por um ambiente mais saudável.

Não se esqueça, recolha o óleo já usado na sua cozinha e leve-o para o “Oleão”, na Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima.

Pela Brigada da Saúde e do Ambiente

Ofélia Quental Silva

João Gabriel Mota


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MOVIMENTO PAROQUIAL

NARIZ

Baptismos

- No dia 28 de Dezembro, Domingo da Sagrada Família, recebeu o sacramento do Baptismo, na Igreja Paroquial Lara Sofia Jorio Cunha, filha de Jorge Filipe Oliveira Cunha e de Christine Jorio, residentes residentes na Rua do Ribeirinho I, 16, em Nariz. Foram padrinhos Mary da Silva Vieira Martins e Jacinto Manuel Oliveira e Cunha.

- No mesmo dia 28 de Dezembro, recebeu o sacramento do Baptismo, na Igreja Paroquial André Ferreira Santos, filho de Carlos Luís Ferreira pereira e de Adriana Dutra Santos, residentes na Rua do Rossio, 17, em Nariz. Foram padrinhos Carla Helena Belém Nunes e José Fernando Tavares.

Aos pais e padrinhos e, em especial, à Lara e ao André, Notícias de Nariz e Fátima deseja muitas felicidades e muitos anos de vida cristã.


11º. Ano de catequese em retiro

Nos passados dias 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro o grupo do 11º. Ano da nossa paróquia em conjunto com o grupo de 11º. Ano da paróquia da Palhaça foram fazer um retiro na Casa da Sagrada Família na Praia de Mira.

No sábado fizemos as apresentações entre catequisandos e guias. Falamos de muitos temas mas em particular na família e como Jesus Cristo foi tentado mas nunca caiu na tentação. Fizemos um passeio à volta da Barrinha onde fizemos algumas paragens que significavam passagens da vida de Jesus Cristo.

À noite fizemos uma via-sacra com algumas paragens como Jesus teve na caminhada com a cruz às costas, mas para nós era zonas da nossa casa, que nos marcou e ainda marcam.

No domingo tivemos a oração da manhã e depois do pequeno almoço alguns testemunhos reais, nomeadamente de um casal que foi para Moçambique ajudar os mais necessitados. Os nossos guias também deram o seu testemunho.

Estivemos ainda a preparar a celebração do encerramento do retiro, que foi presidida pelo Padre José Augusto.

Foi um fim de semana diferente, passado a cantar, brincar mas com muita alegria e responsabilidade acima de tudo.

Estivemos sempre com Jesus Cristo!

Pelo grupo 11º. Ano: Tânia


Novo Juiz da Igreja

No dia 1 de Janeiro, Dia de Ano Novo, tomou posse como novo juiz da Igreja, para o ano 2009, Carlos Pedra, que assim sucede a Francisco Morgado, que tão bem desempenhou esta nobre função, em 2008.

Ao novo juiz Notícias de Nariz e Fátima endereça as maiores felicidades no cumprimento desta sua nova missão na Igreja.


FÁTIMA



No dia 17 de Dezembro, faleceu, na Póvoa do Valado, com 82 anos de idade, Rosa Marques Caniço. Os seus filhos, netos, irmãos, sobrinhos e demais família agradecem a todos os que os acompanharam nestes dias de luto e, com a sua presença, homenagearam tudo quanto foi uma vida longa.




No dia 27 de Janeiro faleceu Rosa Ferreira Fernandes e Silva, com 86 anos de idade, de Mamodeiro. Seus filhos, Maria, Manuel, Lúcia, Paula genros, nora, netos e bisnetos, vem por este meio agradecer as manifestações de pesar que nestes dias as pessoas de suas relações e amizade lhes fizeram chegar.

Notícias de Nariz e Fátima apresenta às famílias destas nossas conterrâneas sentidas condolências na esperança de que a vida não acaba apenas se transformam.


Os nossos grupos

3º ano

Ana Jorge Campos; Ana Jorge Sousa; Ana Rita Oliveira;Beatriz Esperanço Barbosa; Beatriz Pinheiro Gomes; Catia Vanessa Fernandes; Cristiana Neves Pereira; Daniel Silva santos; David Gabriel Rodrigues; Diana Brás Carvalho Ferreira; Diogo Filipe Rodrigues; Gabriel Alexandre Martins; Gabriel Ferreira da Silva; Inês Martinho Pinheiro; Juliana Raquel Lameiro; Lisandra Vieira Garcia; Luis Gonçalo Machado; Mariana Rafaela Lameiro; Marta Ferreira Silva; Renata Simões Henriques; Rúben Micael Pereira; Rute Marlene Cruz; Sofia Maio Gonçalves; Patricia Alexandra Bragança; Márcia Alexandra Dias; Catequistas: Anunciação Conceição, Sofia Silva, Dina Ferreira, Donzilia Santos e Liliana Santos.


4º ANO

Adriana Oliveira Ribeiro; Amanda Conceição Ricarte; Ana Sofia Ferreira Lopes; Andreia Sofia Vendeiro; Bruno Martins Simões; Ema Gancho Parada; Guilherme Ferreira Neves; Inês Maria Lopes; Joana Margarida Ferreira; João Paulo Oliveira; Natacha Alexandra Barreto; Orlando Dinis Batina; Pedro Daniel Salgado; Rafaela Catarina Pires; Renata Andreia Simões; Rúben Mateus Alves; Rute Jesus Duarte; Vanessa Duarte Marques; Vanessa Filipa Neves; Rita Gabriela Silva; Diogo Carvalhais Fernandes; Catequistas: Gracinda Vasconcelos, Lucilina Vieira e Bruno Braz de Carvalho



Quaresma 2009 - Sacramento da Reconciliação no Arciprestado de Oliveira do Bairro

Nariz

Quinta, 12 de Março – 17-18.30h

Quinta, 26 de Março – 20h

AMIGOS DO JORNAL

Nariz: Lurdes de Oliveira Freire 10,00;

Vessada: Fernanda Parada 12,00; Diamantino Coelho 12,00; Maria Braz Barros 7,50; Armando M. Ferreira 10,00; Armando Inácio S. Parada 20,00.

Mamodeiro: Maria Lopes Neto 5.00; Alcina Ribeiro 20.00; Anónimo 10.00; Helena Ferreira Almeida -10.00

Póvoa do Valado: Manuel Pinheiro Maia – 10.00; José Barros - 10.00; Paulo Marques 10.00; Victor Almeida 10.00; Mário Marinho – 20.


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UM ANO SE PASSOU!

Ainda que te recordemos,

Ainda que o tempo passe

E a vida nos suavize,

Nada nos faz ignorar

O sentimento da tua ausência!


Vive-se cada dia

E em cada dia tentando o melhor,

Porque é em cada dia que acreditamos

Que, no Céu, encontraste o esplendor!


Abraçamos com carinho

As memórias que ficaram…

Estiveste connosco, fizeste parte de nós

E foram essas memórias que marcaram!


As constelações do céu

Mostram-nos a beleza do seu brilho,

Intenso e encantador…

No mundo em que vivemos,

Temos a oportunidade da vida

E pessoas que guardamos com amor!


Porque se mantém

A vontade de te ter por perto,

Nas nossas palavras e nos nossos pensamentos…

Porque se mantém a força

De não te perder…

Porque as memórias não permitem

Que, algum dia, te possamos esquecer!

Da sua neta, Ana Neves


BTT SEPINS

A 18 de Janeiro teve lugar a 3ª Rota dos Besouros, prova de BTT realizada em Sepins. Cheios de motivação lá fomos em direcção à Mealhada, num domingo que tinha acordado a prometer chuva. Chegados ao local a animação já era grande, não estivessem inscritos perto de 800 betetistas entre maratona e meia maratona.

A vontade de começar a prova era grande e assim que se deu a partida partimos rapidamente, para tentarmos ganhar alguns lugares pois a posição na manga de partida era muito má. Nas primeiras centenas de metros em asfalto pedalamos forte e desta forma conseguimos entrar nos trilhos de terra numa posição mais vantajosa. Os trilhos apresentavam zonas muito “pesadas” com bastante lama e barro, o que tornava difícil a progressão e potenciava as falhas mecânicas. No entanto a primeira parte da prova foi feita de forma rápida e à medida que os quilómetros passavam, os nossos equipamentos iam perdendo as cores amarela e azul para ficarem cobertos pelo castanho da lama.

A meio da prova começaram a aparecer os single-tracks e algumas descidas que exigiam mais atenção mas que davam muito gozo de fazer. Entretanto a equipa começava a fragmentar-se fruto das condições do terreno que apelavam a toda a disponibilidade física existente, bem como a toda a performance das bicicletas.

As forças começavam a não abundar, mas a 9km do fim apareceram placas com indicações sugestivas. O curioso desta informação é que em vez de dizerem a distância para a meta, apareciam com a distância para um leitão assado, que era o que estava prometido para o almoço.

Com mais este alento na nossa mente concluímos a prova com a seguinte classificação:

29º - Pedro Valente – 2:09:49

44º - José Ribeiro – 2:13:06

58º - João Mota – 2:16:40

126º - Pedro Guedes – 2:29:43

Terminaram classificados a meia-maratona 553 atletas, com o primeiro a fazer 1:44:00 e o último 5:43:10. Não concluíram ou foram desclassificados 109 atletas.



RANCHO FOLCLÓRICO DE NOSSA SENHORA DA NAZARÉ – VERBA

órgãos de direcção – ano 2009

Direcção

presidente – Maria Manuela Jesus Vieira

vice-presidente – Mário Costa Estêvão

secretário – António Manuel Simões Maio

tesoureiro – Mário Martins Costa

Conselho Fiscal

presidente – António José S. Matos

secretário – António Cândido Lopes Jacinto

relator – Almerinda M. Martins Estêvão

assembleia-geral

presidente – Manuel da Pedra Estêvão

vogais – Martinho da Costa Lopes, Humberto Lopes Jacinto e Manuel Marques Silva

cobrador e distribuidor para Verba: Albino Arsénio Simões Neto

cobrador e distribuidor para Nariz: Sandrina Martins Costa

visite a página do rancho de verba em http://ranchodeverba.no.comunidades.net/index.php

Mário PC Martins


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GENTE DA NOSSA GENTE

Os entrevistados deste mês no “Gente da Nossa Gente” sentem-se bem narienses de “alma e coração”. Desde 2004 que residem em Nariz, na Rua Dr. José Girão Pereira, e não fazem quaisquer intenções daqui “arredar pé”. Foi (quase) “amor à primeira vista”.

Naturais de Aradas, o casal Fernando Manuel Silva Menezes e Cristina Maria Missa Oliveira Menezes e seus filhos abriram as portas da sua casa para uma pequena mas interessante conversa com o JNNF.

Como foi vir de Aradas, periferia urbana de Aveiro, para uma aldeia marcadamente rural, como é Nariz?

Fernando: Não foi difícil. Conhecia já Nariz por aqui ter trabalhado – inclusive naquela que é hoje a minha casa! – e as impressões desde essa altura foram boas, apesar de considerá-la uma terra um pouco parada no tempo. Certamente que hoje a nossa integração seria um pouco mais difícil talvez. Mas é inequívoco que em Nariz se respira mais privacidade, maior tranquilidade, mais descanso. Por comparação com a minha terra-mãe (Aradas), as pessoas de Nariz são mais acolhedoras e atenciosas. Facilmente se diz “Bom dia!”, “Boa tarde!”, por exemplo, algo que não se vê muito acontecer por aí…

Cristina: É verdade: as pessoas aqui são atenciosas.

Sentiram-se acolhidos quando aqui chegaram?

Fernando: Sim, sim. Eu, como disse já tinha aqui alguns conhecimentos da terra, conhecia algumas pessoas inclusive. Entretanto, também a relação com os nossos vizinhos se foi fazendo da melhor forma.

Cristina: No início, como em qualquer lugar, conhecemos poucas pessoas e como é que elas são. Mas não foi difícil, antes pelo contrário. Integramo-nos bem. É bom viver em Nariz!

Estão já hoje integrados em sectores da Freguesia e da Paróquia…

Fernando: Em Aradas fui catequista e fiz parte dos grupos de jovens nos tempos em que lá vivi. Aqui em Nariz sou catequista dos pequeninos do primeiro ano da Catequese. Como casal, fazemos parte do grupo de cursilhistas da Paróquia. Fizemos o nosso Cursilho em Dezembro de 2007 e isso foi bom também para a nossa melhor integração na Paróquia e no relacionamento com as pessoas.

Cristina: Para além de pertencer ao Movimento dos Cursos de Cristandade na Paróquia, de momento, não estou integrada em mais nada. Em Aradas fiz parte do Grupo Coral Paroquial. Profissionalmente, sou auxiliar no Jardim-de-Infância de Nariz.

Já falaram do melhor que sentiram e sentem. E, ao revés, o que sentem que deveria melhorar em Nariz?

Fernando: Fico com a sensação, ou quase convicção, que os governantes se esqueceram ou se esquecem de Nariz… Não sei porquê isto… Nariz deveria ser uma freguesia muito mais publicitada e acarinhada pelos autarcas. E não só nas eleições… Há pouca iniciativa aqui. Vou-me apercebendo também que quem aqui quer fazer algo de construtivo, de inovador, tem de passar muitas vezes as “chamas do Diabo” com críticas, reparos, invejas. Ainda não consegui perceber o porquê desta mentalidade de algumas pessoas ser assim, mas que é verdade ela existir, ai isso é.

Cristina: Concordo com o Fernando, aliás várias vezes falamos nisto. Há um aspecto que gostava de partilhar: temos dado conta – aconteceu connosco, inclusive –que as autoridades civis (Câmara Municipal, principalmente) em vez de facilitarem mais as condições para os jovens, principalmente, e as pessoas em geral, poderem construir a sua casa em Nariz, porque querem viver aqui – e vive-se bem, como já disse –, criam-lhes muitas dificuldades, o que faz com muitos deles acabem por sair daqui e ir viver para outros sítios. Isto não faz sentido nenhum!

A médio prazo o que gostariam de ver em Nariz que não há e que consideram ser importante?

Fernando: Uma caixa de multibanco para não ter de depender da Palhaça. Não sei onde seria a melhor localização (próximo da Igreja, da Junta de Freguesia? Talvez.). É uma necessidade básica hoje. Além disso, creio que a existência de um recinto coberto – pavilhão, por exemplo, seria uma mais-valia, sem dúvida, para poder desenvolver mais esta terra ao nível cultural e desportivo.

Cristina: Faltam melhores infra-estruturas desportivas e culturais. A Freguesia de Nariz está órfã de melhores equipamentos deste tipo, e que considero prioritários. A iluminação e a qualidade de algumas ruas também poderia ser melhor.

– Vamos todos acreditar e ficar a torcer para que isto seja verdade na nossa Freguesia!


PASTELARIA NA PÓVOA DO VALADO

No dia 31 Janeiro, foi inaugurada na Póvoa do Valado a Pastelaria Irish Coffe. Este espaço comercial situado na rua Cumeeira pretende ser um ponto de encontro e convívio. Na pastelaria, para além de pão quente, será possível será possível saborear a mais diversa pastelaria, encomendar bolos para as mais diversas ocasiões, bem como pizas, hambugers, cachorros ente outros petisco. Aos proprietários, Sónia e Paulo, o JNNF deseja bons negócios e felicita-os por terem escolhido a nossa freguesia para instalar a sua pastelaria.



SABER RECEBER

Muito temos escrito neste jornal sobre acolher aqueles que chegam aos nossos lugares para viver. Também não podemos esquecer aqueles que nos procuram por visita ou por trabalho. É destes últimos que quero falar.

No passado dia 8 de Fevereiro desloquei-me ao salão polivalente com o intuito de fazer a minha dádiva de sangue. Quando chego ao local, deparo com uma disposição e organização do espaço diferente do habitual. Analisando a situação mais detalhadamente apercebo-me que tal organização não é funcional e que, em parte, já tinha gerado uma fila extensa. Como vem sendo hábito, a nossa freguesia é nesta altura local procurado por pessoas de outras terras para também virem fazer as suas dádivas.

Procurei saber os motivos de tal confusão e fui informado que, para além do salão não ter energia eléctrica, motivo pelo qual andavam cabos eléctricos espalhados pelo chão e a atravessar janelas, aquando da chegada da brigada de recolha de sangue, o salão estava fechado e foi preciso esperar até alguém o vir abrir. Se, a isto, juntarmos o frio que estava nesse dia e a impossibilidade de ligar aquecedores, facilmente percebemos as precárias condições em que decorreu esta colheita. É de salientar que aconteceram casos em que, dadores, não conseguiram terminar a dádiva por causa do frio que se fazia sentir.

Naturalmente, esta situação provocou mal-estar nos profissionais que estavam a trabalhar, bem como em todos que de forma voluntária ali se deslocaram para fazer a sua dádiva.

Como habitante de Nossa Senhora de Fátima senti-me envergonhado. Primeiro não recebemos os que nos estavam a visitar, não demos condições a quem trabalhava, e, finalmente, não soubemos acolher todos os que ali estavam.

Fica a chamada de atenção, para a próxima vez talvez seja possível evitar que este tipo de situações se repita.

Pedro Valente

domingo, janeiro 25, 2009

jnnf, ano XLIII, nº 391 (Janeiro 2009)

Página 1 (versão papel)

EDITORIAL

Aí vamos nós, a caminho de mais uma Primavera!

Entre nós tudo tem decorrido muito rápido. Durante largos séculos tudo esteve quase inalterado.

Ao navegar por blogs amigos, parei no Prof Fernando Martins (http://pela-positiva.blogspot.com). Com ele recordei como nas nossas terras os fenómenos migratórios, sobretudo desde o início do Séc. XX, alteram os hábitos de quem por cá vivia. Os proprietários maiores (ou remediados), dão trabalho a jornaleiros, muitos jornaleiros, homens e mulheres, conforme as lides da casa e da terra. Também nesta altura surgem as Escrituras do Gado. Eram associação de socorros mútuos que os nossos avós criaram para se auxiliarem em caso de doença prolongada ou morte de animais.

Sementeiras e colheitas eram feitas em espírito de entreajuda. Os lavradores e seus familiares ajudavam os amigos e vizinhos para ganhar tempo. Os ajudados tinham de pagar na mesma moeda. Estas reminiscências comunitárias, que num ou noutro aspecto ainda perduram, constituem prova evidente da vivência de uma certa fraternidade e das necessidades económicas por eles sentidas.

As sementeiras do milho e as plantações da batata eram feitas por processos muito simples e rudimentares, já que a escassez de recursos lhes não permitia a aquisição de máquinas agrícolas. E o mesmo se diga em relação a outras sementeiras e plantações.

Tudo era semeado e plantado em regos abertos na terra pelo arado, seguindo-se a cobertura com a grade de dentes de madeira. Depois, as terras começaram a ser cavadas mais profundamente à enxada, por se reconhecer, talvez por qualquer experiência colhida noutras paragens, que as terras assim produziam mais. Surge então a surriba, cava profunda para bem remexer a terra. A utilização da enxada em todos os trabalhos de sementeira justificava-se pela dificuldade económica dos agricultores. O pouco dinheiro não lhes dava possibilidades de possuir e sustentar gado para a charrua. O boi ou a vaca tirava a água com os alcatruzes do engenho.

E depois deste regresso ao tempo do bucólico século XX, eis-nos no fim da primeira década do Século XXI. Que aceleração?!

Em breve, estas terras, que há cem anos não possuíam futuro, serão rasgadas por mais uma via que, diz-se, trará futuro, o TGV – já saiu legislação sobre o que já não se pode fazer nos terrenos e equipamentos que existem no seu caminho. E ele já vem aí…

Passam as Primaveras e passamos nós também. O que fica depois de nós?

Não podemos perder o futuro.

M. Oliveira de Sousa

O Cantar das Janeiras, a tradição que se aviva

Jovens de Nª Sª Fátima

Mais um ano e a tradição continua.

As vozes esqueceram-se do frio, o corpo deixou a lareira e os pés aqueceram-se pelas ruas da nossa terra ao som das Janeiras entoadas pelo grupo de jovens da nossa freguesia.

Foi um momento de três dias, com muita boa disposição, entreajuda e sorrisos. O acolhimento pelas gentes da terra foi tão aconchegante que era difícil partir para uma nova casa.

A comunidade é fantástica e por todo o afecto demonstrado um enorme Obrigado.


Crianças e funcionários do Centro Social Paroquial de Nariz

Na véspera do Ano Novo, e por todo o mês de Janeiro, existe a tradição de ir de porta em porta, cantar as Janeiras.

Dando continuidade ao estabelecido no Plano de Actividades, no dia 6 de Janeiro as crianças do Jardim de Infância do Centro Social cantaram as Janeiras pelas ruas de Nariz, no período da tarde, sendo que, à noite, foi a vez das funcionárias do Centro Social andarem pelas portas da Freguesia a cantar as “costumadas Janeiras”.

Pretendeu-se assim comemorar o Dia de Reis, despertando nas crianças o gosto pela tradição popular, e ancestral, de cantar as Janeiras, preservando as nossas raízes culturais.

(Mais desenvolvimento em http://www.csp-nariz.pt)


Recolha de Rolhas de Cortiça em Águeda

Lançada pela Associação Bairrada Solidária, a campanha “Recolha de Rolhas de Cortiça”, à qual se acaba de associar a Câmara Municipal de Águeda, integra o Green Cork, um programa de reciclagem de rolhas desenvolvido pela Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo / Continente e a Biological, que visa promover a reciclagem da cortiça e a sensibilização dos adultos e crianças para a separação selectiva da cortiça.

A campanha permitirá financiar parte do programa “Criar bosques, conservar a biodiversidade”.



Página 2 (versão papel)

Movimento Paroquial

Nariz

Falecimentos


No dia 30 de Novembro, faleceu João Missa Morgado, de 61 anos de idade, casado com D. Maria de Fátima da Silva Teixeira. Natural da freguesia da Glória (Aveiro), era filho de António de Oliveira Morgado e de Emília Gonçalves Missa. Residia na Travessa das Escolas, em Nariz.

O seu funeral realizou-se no dia 2 de Dezembro, na Igreja de Nariz, tendo sido depois sepultado no cemitério paroquial da Freguesia de Nariz.


No dia 7 de Dezembro, faleceu Rosa Belém Magalhães, de 70 anos de idade, mãe de Carlos Manuel Magalhães. Natural de Nariz, era filha de Ernesto Martins Magalhães e de Ana da Luz Belém. Residia na Rua do Cabeço de Eireira, n.º 21, em Nariz.

O seu funeral realizou-se no dia 9 de Dezembro na Igreja de Nariz, tendo sido depois sepultada no cemitério paroquial da Freguesia de Nariz.


No dia 8 de Dezembro, festa litúrgica da Imaculada Conceição, faleceu D. Eduarda Simeôa da Rocha, de 96 anos de idade, viúva de Herculano dos Santos e mãe de Eduardo Rocha Santos. Natural de S. Salvador (Ílhavo), era filha de Eduardo Rocha e de Emília Simeôa da Rocha. Residia na Rua da Hortinha, n.º10, em Nariz.

O seu funeral realizou-se no dia 10 de Dezembro na Igreja de Nariz, tendo sido depois sepultada no cemitério paroquial da Freguesia de Nariz.

A D. Eduarda era uma senhora muito querida e especial. Era neste momento a pessoa mais idosa da Freguesia. Detentora de uma clara lucidez, de uma simpatia única e de uma fé contagiante, quem com ela teve o prazer e a graça de privar tantas e tantas vezes pode testemunhar tal “currículo”. Era uma fervorosa do terço que rezava diariamente, até mais que uma vez. Sentia que o Senhor lhe pedia que ela fosse, na solidão da sua casa e do seu espaço, medianeira na oração, pedindo por presentes e ausentes, conhecidos e desconhecidos. Isto confessava, com humildade, e com brilho nos olhos.

Uma santa que viveu connosco e que certamente muito poucos conheceram a sério! Que o seu singelo e discreto, mas muito grande, testemunho sirva de exemplo e perdure nas nossas mentes e na oração. Obrigado, D. Eduarda! Descanse agora na Paz do Pai!


No dia 14 de Dezembro, faleceu Alberto de Oliveira Ferreira, de 67 anos de idade, casado com D. Irene Nunes Faria e pai de Isabel Nunes Carvalho. Natural de Verba, era filho de Augusto Ferreira e de Maria Martins de Oliveira. Residia na Rua Direita, n.º94, em Verba.

O seu funeral realizou-se no dia seguinte na Igreja de Nariz, tendo sido depois sepultado no cemitério paroquial da Freguesia de Nariz.



No dia 13 de Dezembro, faleceu o jovem Tony Michell Mendoza da Conceição, de 19 anos de idade. Natural de Venezuela, era filho de António Maria Mendoza Contreras e de Maria de Lurdes da Conceição Fontes. Residia em Nariz em casa de sua cunhada e de seu irmão, José Carlos Fontes Duarte, na Rua de S. Pedro, em Nariz

O seu funeral realizou-se no dia 16 de Dezembro, na capela Mortuária da Mamarrosa, tendo sido depois sepultado no cemitério paroquial da Mamarrosa


No dia 22 de Dezembro, faleceu Maria Rosa de Oliveira, de 91 anos de idade, que era solteira. Natural de Oiã (Oliv. do Bairro), era filha de Rafael de Oliveira e de Maria Rosa de Jesus. Residia na Rua do Paraíso, n.º 7, em Nariz.

O seu funeral realizou-se no dia seguinte na Igreja de Nariz, tendo sido depois sepultada no cemitério paroquial da Freguesia de Nariz.



No dia 22 de Dezembro, faleceu José Augusto de Sousa Marques, de 59 anos de idade, casado com D. Irene Nunes Patrocínio e pai de Maria Alice Patrocínio, José Augusto Patrocínio, Natália Maria Patrocínio e Marco Paulo Patrocínio.

Natural da Vessada, era filho de António Marques Vítor e de Maria da Conceição Sousa. Residia na Rua da Fonte, n.º 17, no Ramalheiro.

O seu funeral realizou-se no dia seguinte na Igreja de Nariz, tendo sido depois sepultado no cemitério paroquial da Freguesia de Nariz.


No dia 24 de Dezembro, faleceu Laurentino Simões Ferreira, de 79 anos de idade, pai de Manuel da Silva Ferreira.

Natural de Verba, era filho de Manuel Ferreira Júnior e de Maria Simões. Residia já há muitos anos em Lisboa, onde viria a falecer, mas não esquecia a sua terra natal, que visitava com regularidade.


O seu funeral realizou-se no dia seguinte na Igreja de Nariz, tendo sido depois sepultado no cemitério paroquial da Freguesia de Nariz.

No dia 6 de Janeiro, faleceu João Rodrigues Lopes, de 86 anos de idade, pai de Júlio Vieira Lopes.

Natural de Óis da Ribeira (Águeda), era filho de Cândido Rodrigues Lopes e de Maria Teresa Carvalho. Residia já há muitos anos em Verba, onde fez a sua vida de labor.

O seu funeral realizou-se no dia 8 de Janeiro na Igreja de Nariz, tendo sido depois sepultado no cemitério paroquial da Freguesia de Nariz.


No dia 12 de Janeiro, faleceu, em New Rochelle (Estados Unidos da América), D. Maria Rosa Clara, de 86 anos de idade, mãe de Acácio Francisco Almeida Ribeiro e sogra de Almerinda Alberto Ribeiro, emigrantes e residentes na Rua das Relvas, nº 18, em Nariz.

Natural de Sosa (Vagos), era filha de António Maria Sabino e de Joana Rosa Clara.

O seu funeral realizou-se no dia 16 de Janeiro na Igreja de Nariz, tendo sido depois sepultada no cemitério paroquial da Freguesia de Nariz.

Às famílias enlutadas, Notícias de Nariz e Fátima apresenta sentidas condolências.


Agradecimento Familiar

João Cláudio Martins ((40 anos)

Seus pais, Telmo Vieira Martins e D. Ermelinda Martins, bem como sua irmã, Dorinda Martins, vêm, por este meio, agradecer sentidamente e com muita amizade todas as manifestações de carinho e provas de pesar que receberam aquando da partida para o Pai do seu ente querido, bem como no dia da Celebração Eucarística que teve lugar na Igreja Paroquial de Nariz, e na romagem ao cemitério, no dia 8 de Dezembro de 2008.




Movimento Paroquial de Nariz – Ano 2008 (Síntese)

15 Baptismos

3 Matrimónios

21 Óbitos


Amigos do jornal

Mamodeiro: Cidália Fonseca 50.00€, Anónimo 20.00,Joaquim Silva Neto 10.00,Manuel Silva Neto 20.00, Alberto Sequeira 5.00, Helena Ferreira Almeida 10.00, Joana Beatriz Mota 10.00. Póvoa do Valado: Aida Marques 10.00. Vessada: Amadeu Pedra – Pai 10,00, Manuel Martins dos Santos 10,00, Maria da Conceição Martins 10,00, António Simões Romão da Conceição 10,00, Maria da Conceição Silva 10,00, Lucinda da Silva Vieira 10,00, José Maurício 6,00, Armando Neto 6,00, Maria Alice de Sousa Pereira 6,00, Amadeu Manuel R. da Pedra- Filho 6,00, José Coelho 6,00, Maria Célia Matos Birrento 5,00, Alpina Ferreira da Costa Estêvão 5,00, Carlos Manuel R. da Pedra 6,00, Maria Amélia Vieira Alberto 5,00, Teresa Melo 5,00, Maria Natália Lopes da Silva 7,00, Acácio Lameiro de Sousa 6,00, Noémia de Sousa 6,00, Amândio Boaventura Figueiredo 7,00. Nariz: Manuel Barreto 10,00, Noémia O. Costa 5,00, Alice V. da Cruz 5,00, Rosa M. Vieira 5,00, Jorge Limas 2,50, Dolores Vieira 5,00, Maria Helena B. Nunes 10,00, Anónimo 5,00, Lurdes Pinhão 5,00, Jorge Mota 3,00, Amália Pinho 4,50, José Ferreira 10,00, Gil Carvalho 10,00, António Filipe 10,00. Verba: Gil António Casal Ferreira 10,00, Paulo Oliveira 5, 00, Carlos Célio 10,00.


Página 3 (versão papel)

Cantinho dos neo-poentas

- E continua a Cotovia!

(a razão de ser do “Notícias de Nariz e Fátima”)


Viver, aproveitando o viver;

Querer, sabendo querer;

Sorrir, tendo prazer para o fazer;

Escrever, sentindo a alma a rejuvenescer!


Dar continuidade àquilo que dá vida,

Continuidade à força que nos faz ser,…

Que nos faz mover…

No nosso Jornal

A continuidade de páginas antigas,

A audácia de novas páginas e projectos.

Enfim, a própria escrita da cotovia:

Porque isto, sim, é sinal de alegria!


Porque a cotovia mantém o seu canto

E o seu voo permanece ágil e jovem…

Porque é esta cotovia

Que guarda a confiança e as palavras de um Homem!


Porque a cotovia pensa os momentos,

Observa a vida a cada passo…

Porque a cotovia sorri com alegria,

Canta a vida com todos os acordes

E em todos os compassos!


É com este espírito de cotovia

Que olho Deus nos céus,

Que admiro o seu brilho

E todo o seu calor…

É com o meu canto

Que dou glória e louvor a Ti, meu Senhor…


És Tu, Senhor,

A coragem que me ensina a não desistir,

A vontade que me ajuda em cada despertar,

A fé que guardo e que contemplo

Para sempre te amar!


Iniciamos mais um ano…

Continuamos o nosso caminho

E o desenrolar dos nossos passos,

Desenvolvemo-nos na fé

E preservamos a tua presença…

É em ti Senhor que acreditamos!

Ninoska Barros


Os nossos grupos

Nª Sª Fátima

1º Ano

Ana Francisca Venancio, Ana Leonor Santos, André Pires, André Miranda, André Oliveira, Bruno Eduardo Santos, Camila Valentina Ferreira, Darlene Simões, David Barbosa, Gonçalo Branco, Inês Vieira, Jorge Daniel Neto, Rafael Franco, Rodrigo Coutinho, Sabrina Castro, Soraia Amaral, Nance Valente, Bárbara Dias, Beatriz Marinho, Catequistas: Manuela Parada, Norbinda Cruz e Rosa Barros.



2º ANO

Andreia Solange Ferreira, Bárbara Alexandra Marques, Catarina Alexandra Carvalho, , Cátia Sofia Ferreira, Domingos Filipe Fernandes, Fábio Marques, Hugo Gabriel Jesus, João Filipe Pimheiro, Marise Ferreira, Milena Maria Ferreira, Mónica Ferreira Freitas, Nuno Edgar Marques, Rafael Grangeia, Rúben André Silva, Silvia Beatriz Lopes, Nelson Manuel Correia, Catequistas: Esperança Macedo, Gorete Sousa, Simone Sousa e Bárbara Oliveira.



Nariz

2º. Ano:

Adriana Santos, Ângela Costa, Carlos Barros, Diogo Silva, Francisco Dunas, João Miguel Gomes, Lara Neves, Maria João Neves, Pedro Miguel Alves, Rebeca Pereira, Ruben Marques, Tiago Marques, Tiago Arte, Tomás Rebolo. Catequistas: Marisa Costa, Vanessa Costa, Tânia Almeida


3º. Ano:

Bruna Menezes, Márcia Marques, Joana Bastos, Inês Pedra, Pedro Barros, Pedro Cura, Rui Martins, Tiago Cunha, Ana Margarida Barros, Patrícia Barros, Joana Almeida, Eliane Barros, Bruna Simões. Catequistas: Ninoska Barros, Liliana Freire, Jacinta Sousa



Contas da mordomia da Festa de Santa Luzia

(Ano 2008)

Peditório da freguesia de Nariz (Nariz, Verba, Porto de Ílhavo, Vessada e Ramalheiro) 2,302,41EUR; Peditório da missa, 136,00 EUR; Mesa de promessas 230,00 EUR; Caixa de esmolas 116,41 EUR; Total receita: 2,784,82 EUR.

Despesa total incluindo 4 opas novas para o andor de Santa Luzia 2,012,49 EUR;

Saldo entregue ao Conselho Económico Paroquial 772,31 EUR

Nariz, 01 de Janeiro de 2009

A Mordomia agradece a todos aqueles que colaboraram para a realização e continuidade desta Festa.


Página 4 (versão papel)


Gente da nossa gente

Sr Francisco João Gouveia Batista, Natural de Figueira de Castelo Rodrigo, casado com D. Dina Marta Cardoso Ferreira Batista,Natural da Régua. Residentes na Póvoa do Valado.

Chegados a Nª Sª de Fátima quais as principais dificuldades de inserção?

(serviços – Junta; Igreja; Posto Médico; autocarro;… etc – pessoas,…)

A nível da inserção, dos serviços já necessitados, até ao momento, as dificuldades foram mais nos cuidados de saúde, onde foi complicado conseguir médico de família e por vezes difícil, quando necessário, conseguir consultas.

Nos transportes rodoviários, onde os acessos a determinadas zonas do distrito de Aveiro, são um pouco precárias.

Dos contactos que já mantivemos com alguns dos cidadãos residentes, são pessoas acessíveis.

O que é que vos fez vir viver para aqui?

Por motivos profissionais, assim como muita gente hoje em dia, tivemos que nos deslocar da nossa terra natal.

Há alguma coisa (património, pessoas,…) destas terras que merece particular destaque no vosso dia-a-dia? Porquê?

Até a presente data, não vimos nada que mereça destaque, também ainda não tivemos grande disponibilidade, para conhecer a zona que no momento nos envolve.

O que é que menos apreciam nestas terras?

O clima, devido à humidade, uma vez que era algo a que não estávamos habituados.

Do que é que sentem mais saudades das vossas terras de origem?

Dos familiares, as paisagens, que são completamente diferentes e do clima.

Teriam gosto em colaborar no desenvolvimento de algum projecto, de alguma iniciativa que ajudasse a melhorar as condições de vida de todos nós?

Sim, desde que fosse algo construtivo e dentro da nossa disponibilidade.



Notícias de Nariz e Fátima – avaliação e contas 2008

No passado sábado dia 10 teve lugar o encontro de distribuidores do JNNF da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima. Não foram muitos aqueles que marcaram presença, mas foram os suficientes para uma hora de discussão e convívio. Durante esta reunião houve oportunidade para acertar agulhas, esclarecer dúvidas, lançar novos desafios e conversar.

Certos que numa próxima oportunidade mais distribuidores participaram, o JNNF felicitam todos mais uma vez pela sua disponibilidade e colaboração.

No dia 11 a reunião teve lugar em Nariz. Domingo à tarde, uma sala bem composta. Os distribuidores relatam, quais apóstolos do nosso tempo, as incidências da sua missão. Quem abre a porta, quem não abre. Sobretudo preocupação em acolher bem, unir como fazem as pontes.

E em clima de corresponsabilidade por este património comum, a Direcção do NNF apresentou as contas do exercício económico 2008.

Jornal Noticias Nariz e Fátima - Relatório De Contas/2008

Receitas: Saldo 2007 911,50; Donativos 2 928,50; TOTAL 3840,00.

Despesas: Composição Gráfica + Impressão 2 692,13; CTT 224,10; Outros 7,06.TOTAL 2 923,29

SALDO (transporte para 2009 ) 916,71.


Refeições nas escolas de Aveiro marcadas pela Internet

O Município de Aveiro implementou um Sistema de Gestão Escolar para agilizar a marcação e desmarcação das refeições escolares, consulta de saldos disponíveis e de assiduidades dos alunos através do site da autarquia e de quiosques electrónicos. Os pais podem aceder a essas informações no endereço www.cm-aveiro.microio.pt.
Para o efeito, é necessário o recurso a cartões de proximidade e a quiosques autónomos (um por agrupamento escolar) que permitem efectuar carregamentos dos cartões, consultas, agendamentos e aceder a diversas informações.