quinta-feira, junho 27, 2013

IV Colóquio JNNF | "O poder do poder local". O que queremos em Nariz, Nª Sª de Fátima e Requeixo para 2013-2017


Notícias de Nariz e Fátima promove IV Colóquio aberto a todas as instituições e pessoas da recentemente criada União das Freguesias sobre diagnóstico de prioridades e proposta de ideias a concretizar pelos futuros responsáveis autárquicos no mandato que se aproxima.
Quarta, 10 de julho, 21h, em Nossa Senhora de Fátima



21h.00 – Acolhimento pelos responsáveis do jornal
21.15h – Introdução
                         Intervenção, de abertura ao tema: Prof José Carlos Mota – Universidade de Aveiro
21.45h – Plenário de ideias – intervenções livres para a elaboração da “Carta de Recomendação”
23h.00 - Encerramento


segunda-feira, junho 17, 2013

TARDES COM CULTURA | N.ª SR.ª DE FÁTIMA

 
21 de junho 2013
Junta de Freguesia N. ª Sr.ª de Fátima 
Orador: Prof. Doutor Fernando Ladeira

Programa
14h30 – Receção, acolhimento e intervenção do Sr. Presidente da direção da Aderav, Eng. Lauro Marques
15h00 - Encontro Nacional de Geólogos / Abertura de Ciclo de Conferências sobre Geologia Local
Temas abordar:
- Localização geográfica da Freguesia de Nª Srª de Fátima de Aveiro: ambiente físico, morfologia urbana e factores de desenvolvimento.
- Enquadramento histórico-geológico da região de Aveiro: da era mesosozóica à era atual.
- Geologia local e seu enquadramento na estrutura geológica da região.
- Aspectos hidrogeológicos da freguesia.










sexta-feira, maio 31, 2013

Barómetro das Crises

CESO Observatório sobre Crises e Alternativas acaba de publicar o seu 5.º Barómetro das Crises, que nesta edição trata dos cortes anunciados nas pensões.
Cerca de 30% dos 4 mil e 800 milhões de euros de cortes permanentes da despesa anunciados pelo Governo incidem sobre pensões de reforma. Estes cortes nas pensões são tanto mais surpreendentes quanto acrescem a reformas adotadas em Portugal, em 2001 e 2007, que estão já a ocasionar uma redução do valor médio das pensões e, deste modo, a fazer com que a despesa em pensões não acompanhe o aumento do número de idosos na população.
Não se prevendo o crescimento da despesa com pensões que seria expectável à luz da evolução demográfica, como se justifica a prioridade conferida à redução da despesa pública com os regimes de pensões?